terça-feira, 27 de abril de 2010
SERRA PROMETE REMÉDIOS DE GRAÇA
segunda-feira, 26 de abril de 2010
BELO MONTE: É GRANDE A TORCIDA PELO APAGÃO

OPOSIÇÃO E PIG TORCEM PARA QUE BELO MONTE FRACASSE
PARA LULA HÁ INSANIDADE DA PARTE DOS CRÍTICOS
A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, voltou a ser defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, deixar de lado o potencial hidrelétrico seria "um movimento insano".
"Se o Brasil deixar de produzir isso para começar a utilizar termoelétrica a óleo diesel será um movimento insano contra toda a luta que nós estamos fazendo no mundo pela questão climática", afirmou, no programa de rádio "Café com o Presidente".
O presidente criticou novamente os grupos contrários à construção da usina, lembrando que o projeto vem sendo discutido há 30 anos.
"Nós temos aí a indústria do apagão, pessoas que não querem que a gente construa a energia necessária porque querem que tenha um apagão para poder justificar o apagão de 2001", disse, referindo-se à crise de oferta de energia ocorrida durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.
Lula comparou os preços mínimos de megawatts/hora entre a energia gerada por hidrelétricas, mais barata, e a gerada por usinas eólicas e a gás, para justificar a importância da construção de Belo Monte.
Também ressaltou que a área de alagamento será menor do que no projeto original, o que afetará menos áreas indígenas e comunidades ribeirinhas. Segundo Lula, o licenciamento ambiental prévio para a usina -- ocorrido após cinco anos de estudos -- foi o "melhor já ocorrido".
"A energia hídrica ainda é a mais barata, o que nós precisamos é trabalhar com muito cuidado para fazer as hidrelétricas da forma mais cuidadosa possível, causar o menor impacto ambiental possível, e é por isso que eu estou muito feliz, porque depois de 30 anos, finalmente, Belo Monte vai sair."
Fonte: Reuters
EM CURITIBA DILMA DESTACA SUA EXPERIÊNCIA
A ex-ministra e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira, 26, em entrevista à Rádio Brasil Sul, de Londrina, no norte do Paraná, que não é uma "política tradicional", mas voltou a garantir que tem experiência administrativa suficiente para credenciá-la a disputar o cargo.
"O fato de ter participado nos últimos cinco anos e meio da coordenação de todos os programas do governo e ter ajudado o presidente na coordenação dos ministros acho que me credencia", afirmou. Ela também acentuou ter iniciado a carreira como secretária municipal e, depois, ter ocupado cargo semelhante no governo estadual do Rio Grande do Sul.
Questionada sobre as pesquisas pré-eleitorais, adotou o mesmo discurso de seu principal oponente, o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB). "Tem que levar as pesquisas como sendo referência, um retrato do momento", disse. "Elas mudam como mudam os ventos, diariamente há flutuações."
Dilma afirmou considerar mais relevante o fato de ter saído de uma "posição bem modesta" e chegar aos índices de cerca de 30% de agora. "Considero que nós vamos apresentar um projeto, que é o projeto do governo do presidente Lula, com avanços", ressaltou. "Significa uma prioridade forte à educação, à segurança e à saúde."
REVOADA DE TUCANOS EM VÔO CEGO

MUDANÇAS DE VENTO: APONTA A BITURA
