quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
DILMA REÚNE MULTIDÃO EM SÃO PAULO

DILMA AVANÇA 8 PONTOS EM MINAS E EMPATA COM SERRA
POUPANÇA: CAIXA CAPTA R$ 1,5 BI NO MÊS DE JUNHO
A poupança da Caixa Econômica Federal registrou no mês passado o melhor junho dos últimos sete anos, com a captação de R$ 1,5 bilhão, mais que o dobro (116,7%) do resultado de maio, quando a instituição obteve captação de R$ 692,2 milhões.
O resultado representa 36% da captação do mercado, que ficou em R$ 4,1 bilhões no período. Com o desempenho de junho, a Caixa segue líder do segmento com 34% de participação.
No semestre, a captação líquida da poupança foi de R$ 12,2 bilhões, recorde do País desde início do Plano Real.
O saldo líquido é resultado de R$ 95,59 bilhões em depósitos, ante retiradas que totalizaram R$ 91,41 bilhões.
No mês, o volume financeiro captado também foi o melhor dos últimos sete anos.
Fonte: IG
IPCA: MENOR INFLAÇÃO DESDE 2006
A inflação no País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês estável, com variação em 0,0%, ficando 0,43 ponto percentual abaixo da taxa de maio (0,43%). Foi o mais baixo IPCA mensal desde junho de 2006, quando ocorreu deflação de 0,21%. Com esse resultado, o acumulado do ano está em 3,09%, o mesmo índice de maio, acima da taxa de 2,57% relativa ao primeiro semestre de 2009. Considerando os últimos 12 meses, o IPCA acumula lata de 4,84%, inferior ao acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (5,22%). Em junho de 2009, a taxa havia ficado em 0,36%.
Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos, cujo movimento de alta, decorrente em grande parte de problemas climáticos neste ano, já havia perdido força no mês de maio, foram os principais responsáveis pela forte desaceleração do IPCA em junho.
Ao passar de 0,28% para -0,90% de um mês para o outro, o grupo alimentação e bebidas teve contribuição de -0,20 ponto percentual, enquanto havia representado 0,06 ponto percentual em maio. Houve queda para os alimentos em todas as regiões pesquisadas, de -0,31% em Belém a -1,43% em Goiânia.
Mas não só o grupo dos alimentos teve influência na desaceleração do IPCA do mês. Os produtos não alimentícios tiveram um aumento menor, passando de 0,48% em maio para 0,27% em junho.
O grupo transporte, com variação de -0,21% e contribuição de -0,04 ponto percentual, foi influenciado pela queda de preços do etanol (de -5,77% em maio para -5,41% em junho) e da gasolina (de 0,01% para -0,76%), além dos automóveis novos (de 0,76% para -0,37%) e usados (de 0,02% para -1,21%). Em alta, as passagens aéreas foram destaque em transporte, ficando 12,57% mais caras, após terem registrado queda de 0,90% em maio.
Também em alta, os cigarros, com variação de 3,70%, em razão de reajuste de preços de um dos fabricantes, se destacaram nas despesas pessoais, que passaram de um aumento de 0,75% em maio para 0,74% em junho e ficaram com a maior variação dentre os grupos, apesar da redução no aumento dos salários dos empregados domésticos (de 1,12% em maio para 0,58% em junho).
Outros itens mostraram menores aumentos de preços de maio para junho, como energia elétrica (de 1,23% para 0,01%), condomínio (de 1,17% para 0,68%) e do grupo vestuário (de 0,91% para 0,58%).
Dentre os índices regionais, os mais baixos foram registrados nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Curitiba (-0,15% em cada uma), puxados pelas quedas nos preços dos combustíveis (de -1,26% e -3,81%, respectivamente). O índice mais alto foi o de Brasília (0,38%), em razão do aumento de 13,44% nas passagens aéreas, gerando contribuição de 0,16 ponto percentual.
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo do mês, foram comparados os preços coletados de 29 de maio a 28 de junho de 2010 com os preços vigentes entre 29 de abril e 28 de maio.
Fonte: IG
segunda-feira, 5 de julho de 2010
OTIMISMO DO BRASILEIRO É SUPERIOR AO DOS ARGENTINOS
JORNAL PORTUGUÊS APONTA DILMA COM 46% E SERRA COM 38%
Após uma série de reuniões, que se prolongaram pela madrugada, o candidato à presidência do Brasil pela oposição a Lula da Silva, José Serra, surpreendeu muita gente no seu próprio campo político, e a grande maioria dos analistas, ao escolher um jovem deputado federal, chamado Índio da Costa, para seu braço-direito, como candidato à vice-presidência no escrutínio de Outubro.
A escolha resultou de pressões do Partido Democratas, que exigiu ter uma palavra decisiva na designação do candidato a vice-presidente, numa altura em que as perspectivas de sucesso eleitoral de José Serra parecem cada vez mais remotas, a avaliar pelas mais recentes sondagens tornadas públicas.
A surpresa não podia ter sido maior. Índio da Costa, que tem apenas 39 anos, está a cumprir o seu primeiro mandato como deputado federal, iniciado em 2007. Esta é a sua primeira experiência política no plano nacional. Anteriormente, desempenhou apenas funções no plano autárquico, como vereador no município do Rio de Janeiro. Advogado e empresário, este carioca representa "um sinal de renovação e esperança" para o país, nas palavras de Serra. O candidato à presidência já admitiu, no entanto, que até agora só falou uma vez com Índio. E o Presidente Lula da Silva já confessou nunca ter ouvido falar neste deputado federal, que aparenta ser ainda mais novo do que é.
Serra, que foi ministro da Saúde no Governo de Fernando Henrique Cardoso e governador de São Paulo, enfrenta uma tarefa difícil. A candidata de Lula, a ex-ministra Dilma Roussef, não só lidera as sondagens como tem ao seu lado o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, indicado pelo PMDB - o principal partido do país, que apoiou o antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso, durante os oito anos do seu mandato e fez o mesmo durante o mandato de Lula, nos oito anos seguintes. Lula e Cardoso são adversários, mas o PMDB - do ex-presidente José Sarney - apoiou um e outro sem problemas. Sem precisar de indicar o seu próprio candidato à presidência.
Enquanto Dilma está com 46% das preferências de voto e Serra com 38%, a candidata verde, senadora Marina Silva, está abaixo de 10%. O seu vice é o empresário Guilherme Leal, dono da Natura, uma indústria de cosméticos que sempre se notabilizou por preocupação ambiental.
Terminado o Mundial de futebol para o Brasil, a eleição ocupará as manchetes dos jornais até Outubro. A economia vai bem, Lula tem 80% de apoio popular, mas nos próximos três meses ainda muita coisa poderá acontecer. A política brasileira é fértil em surpresas.
Fonte: Diário de Notícias
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1610489&seccao=CPLP