quinta-feira, 8 de julho de 2010

PREFEITO DO DEM DECLARA APOIO A DILMA E ATACA TUCANOS

São José do Rio Preto (SP) - O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata doPT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo. "São duas décadas de desmonte do Estado e de sucateamento do serviço público", disse Mattos Neto. Segundo ele, Dilma é a mais preparada para a Presidência e os servidores públicos estão mobilizados para eleger o senador Aloizio Mercadante governador paulista.O prefeito afirmou ainda, sem citar o seu partido, que a atual direita vai acabar no País e que vai haver uma nova direita "que escreve Brasil com 's' e que sabe negociar".Dilma chegou por volta das 20h45 a um bufê de São José do Rio Preto, acompanhada de Mercadante e de Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado. Um pouco mais tarde, chegou Netinho de Paula, candidato a senador pelo PCdoB.Na mesa da candidata do PT sentaram-se alguns empresários, entre eles os usineiros Luciano Sanches, do Grupo Cerradinho, e Hermelindo Ruete de Oliveira, do Grupo Virgolino de Oliveira.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

DILMA REÚNE MULTIDÃO EM SÃO PAULO


Olhem a Praça da Sé pouco menos de uma hora atrás. Muita gente mesmo, que saiu em caminhada desde a Praça do Patriarca, centro de São Paulo, para manifestar apoio às candidaturas de Dilma presidente, Michel Temer vice, Mercadante governador, Marta e Netinho senadores – todos presentes ao ato político.

Dilma, em seu discurso, pediu voto para Mercadante e alfinetou Serra: “Não sou do tipo orgulhoso, presunçoso, que tudo faz e tudo sabe. Eu não, eu preciso de equipe. Por isso, eu acho importante que Mercadante seja o futuro governador de São Paulo”. E completou: “Eu me identifico com esse povo de São Paulo: trabalha muito e corre atrás” Blog do Artur Henrique.

DILMA AVANÇA 8 PONTOS EM MINAS E EMPATA COM SERRA


Pesquisa do PSDB mineiro constatou um empate entre os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A petista subiu oito pontos percentuais. Foram feitas oito mil entrevistas.

Deu no blog no Noblat

POUPANÇA: CAIXA CAPTA R$ 1,5 BI NO MÊS DE JUNHO

Cofres em formato de porco. Foto: Simone Marinho/ O Globo

MELHOR CAPTAÇÃO PARA A POUPANÇA NOS ÚLTIMOS SETE ANOS

A poupança da Caixa Econômica Federal registrou no mês passado o melhor junho dos últimos sete anos, com a captação de R$ 1,5 bilhão, mais que o dobro (116,7%) do resultado de maio, quando a instituição obteve captação de R$ 692,2 milhões.

O resultado representa 36% da captação do mercado, que ficou em R$ 4,1 bilhões no período. Com o desempenho de junho, a Caixa segue líder do segmento com 34% de participação.

No semestre, a captação líquida da poupança foi de R$ 12,2 bilhões, recorde do País desde início do Plano Real.

O saldo líquido é resultado de R$ 95,59 bilhões em depósitos, ante retiradas que totalizaram R$ 91,41 bilhões.

No mês, o volume financeiro captado também foi o melhor dos últimos sete anos.

Fonte: IG


IPCA: MENOR INFLAÇÃO DESDE 2006

dinheiro

SEU DINHEIRO VALENDO MAIS

A inflação no País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês estável, com variação em 0,0%, ficando 0,43 ponto percentual abaixo da taxa de maio (0,43%). Foi o mais baixo IPCA mensal desde junho de 2006, quando ocorreu deflação de 0,21%. Com esse resultado, o acumulado do ano está em 3,09%, o mesmo índice de maio, acima da taxa de 2,57% relativa ao primeiro semestre de 2009. Considerando os últimos 12 meses, o IPCA acumula lata de 4,84%, inferior ao acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (5,22%). Em junho de 2009, a taxa havia ficado em 0,36%.

Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos, cujo movimento de alta, decorrente em grande parte de problemas climáticos neste ano, já havia perdido força no mês de maio, foram os principais responsáveis pela forte desaceleração do IPCA em junho.

Ao passar de 0,28% para -0,90% de um mês para o outro, o grupo alimentação e bebidas teve contribuição de -0,20 ponto percentual, enquanto havia representado 0,06 ponto percentual em maio. Houve queda para os alimentos em todas as regiões pesquisadas, de -0,31% em Belém a -1,43% em Goiânia.

Mas não só o grupo dos alimentos teve influência na desaceleração do IPCA do mês. Os produtos não alimentícios tiveram um aumento menor, passando de 0,48% em maio para 0,27% em junho.

O grupo transporte, com variação de -0,21% e contribuição de -0,04 ponto percentual, foi influenciado pela queda de preços do etanol (de -5,77% em maio para -5,41% em junho) e da gasolina (de 0,01% para -0,76%), além dos automóveis novos (de 0,76% para -0,37%) e usados (de 0,02% para -1,21%). Em alta, as passagens aéreas foram destaque em transporte, ficando 12,57% mais caras, após terem registrado queda de 0,90% em maio.

Também em alta, os cigarros, com variação de 3,70%, em razão de reajuste de preços de um dos fabricantes, se destacaram nas despesas pessoais, que passaram de um aumento de 0,75% em maio para 0,74% em junho e ficaram com a maior variação dentre os grupos, apesar da redução no aumento dos salários dos empregados domésticos (de 1,12% em maio para 0,58% em junho).

Outros itens mostraram menores aumentos de preços de maio para junho, como energia elétrica (de 1,23% para 0,01%), condomínio (de 1,17% para 0,68%) e do grupo vestuário (de 0,91% para 0,58%).

Dentre os índices regionais, os mais baixos foram registrados nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Curitiba (-0,15% em cada uma), puxados pelas quedas nos preços dos combustíveis (de -1,26% e -3,81%, respectivamente). O índice mais alto foi o de Brasília (0,38%), em razão do aumento de 13,44% nas passagens aéreas, gerando contribuição de 0,16 ponto percentual.

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo do mês, foram comparados os preços coletados de 29 de maio a 28 de junho de 2010 com os preços vigentes entre 29 de abril e 28 de maio.

Fonte: IG


segunda-feira, 5 de julho de 2010

OTIMISMO DO BRASILEIRO É SUPERIOR AO DOS ARGENTINOS

A última pesquisa do Latinobarômeto (http://www.latinobarometro.org/) a mais de 20.200 pessoas da América Latina demonstra com números o maior otimismo que, em geral, é percebido na região. Não deixando de lado a pobreza, a desigualdade, a corrupção e a violência, como principais problemas, os latino-americanos vêem melhor a si mesmos, a seus países e ao mundo. A atual crise econômica, além disso, reforçou o papel do estado. No entanto, há mais pessoas que acreditam que o bem-estar da maioria depende do poder de administração dos governos. Os brasileiros, seguindo a tendência dos últimos anos, são os que mais acreditam que suas vidas e de suas famílias irão melhorar e que o rumo que o país segue é correto. Ao contrário dos brasileiros, os argentinos são os que menos tem fé no futuro do país. O argentino acha que a melhoria no país se dará muito mais em função do esforço individual que da atuação do governo. Assim, a entrevista mostra a separação que faz o argentino entre a mensagem do governo e a confiança do cidadão.

Fonte: El País.


JORNAL PORTUGUÊS APONTA DILMA COM 46% E SERRA COM 38%

Após uma série de reuniões, que se prolongaram pela madrugada, o candidato à presidência do Brasil pela oposição a Lula da Silva, José Serra, surpreendeu muita gente no seu próprio campo político, e a grande maioria dos analistas, ao escolher um jovem deputado federal, chamado Índio da Costa, para seu braço-direito, como candidato à vice-presidência no escrutínio de Outubro.

A escolha resultou de pressões do Partido Democratas, que exigiu ter uma palavra decisiva na designação do candidato a vice-presidente, numa altura em que as perspectivas de sucesso eleitoral de José Serra parecem cada vez mais remotas, a avaliar pelas mais recentes sondagens tornadas públicas.

A surpresa não podia ter sido maior. Índio da Costa, que tem apenas 39 anos, está a cumprir o seu primeiro mandato como deputado federal, iniciado em 2007. Esta é a sua primeira experiência política no plano nacional. Anteriormente, desempenhou apenas funções no plano autárquico, como vereador no município do Rio de Janeiro. Advogado e empresário, este carioca representa "um sinal de renovação e esperança" para o país, nas palavras de Serra. O candidato à presidência já admitiu, no entanto, que até agora só falou uma vez com Índio. E o Presidente Lula da Silva já confessou nunca ter ouvido falar neste deputado federal, que aparenta ser ainda mais novo do que é.

Serra, que foi ministro da Saúde no Governo de Fernando Henrique Cardoso e governador de São Paulo, enfrenta uma tarefa difícil. A candidata de Lula, a ex-ministra Dilma Roussef, não só lidera as sondagens como tem ao seu lado o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, indicado pelo PMDB - o principal partido do país, que apoiou o antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso, durante os oito anos do seu mandato e fez o mesmo durante o mandato de Lula, nos oito anos seguintes. Lula e Cardoso são adversários, mas o PMDB - do ex-presidente José Sarney - apoiou um e outro sem problemas. Sem precisar de indicar o seu próprio candidato à presidência.

Enquanto Dilma está com 46% das preferências de voto e Serra com 38%, a candidata verde, senadora Marina Silva, está abaixo de 10%. O seu vice é o empresário Guilherme Leal, dono da Natura, uma indústria de cosméticos que sempre se notabilizou por preocupação ambiental.

Terminado o Mundial de futebol para o Brasil, a eleição ocupará as manchetes dos jornais até Outubro. A economia vai bem, Lula tem 80% de apoio popular, mas nos próximos três meses ainda muita coisa poderá acontecer. A política brasileira é fértil em surpresas.


Fonte: Diário de Notícias

http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1610489&seccao=CPLP