segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

SOBE PARA 7 O NÚMERO DE MORTOS EM SAPUCAIA E TRÊS SÃO CRIANÇAS


Subiu para sete o número de mortos no distrito de Jamapará, na cidade de Sapucaia, região Centro Sul Fluminense, depois que uma pedra rolou de um barranco e destruiu oito casas. O Corpo de Bombeiros agora trabalha para resgatar pelo menos outras dez pessoas que ficaram soterradas nos escombros das residências. 
Segundo informações do coordenador da Defesa Civil de Sapucaia, Marco Antônio Teixeira Franco, seis corpos foram encontrados na Rua dos Barros e, mais adiante, já na Rua José Vital, os bombeiros encontraram o sétimo corpo. Das sete mortes já confirmadas nesta tarde, quatro corpos são de adultos e três de crianças.
População de Sapucaia está sendo abrigada em Ciep
População de Sapucaia está sendo abrigada em Ciep
Ainda de acordo com o coordenador da Defesa Civil no município, novos corpos devem ser encontrados nas próximas horas, já que houve muitos deslizamentos nos morros margeados pela BR 393, que tem quatro quilômetros de extensão.
"A nossa maior dificuldade neste momento é transportar os corpos já resgatados para o Instituto Médico Legal de três Rios, já que a passagem na BR está interditada", contou o engenheiro.
Além de homens do Corpo de Bombeiros, cães farejadores e voluntários também auxiliam nas buscas. Os cerca de 150 desalojados foram levados para o Ciep número 286, no mesmo distrito dos deslizamentos. 

MEGAOPERAÇÃO DA PM NO RIO PRENDE 12 E CASA DE FB É ENCONTRADA

A megaoperação da Polícia Militar para coibir o tráfico de drogas nas zonas Norte e Oeste do estado já tem 12 presos, além de um policial ferido na Favela da Antares, em Santa Cruz (Zona Oeste do Rio) e uma casa que seria do ex-chefe do tráfico de drogas na Vila Cruzeiro Fabiano Atanásio localizada. Um homem que seria o pai do bandido e um segundo comparsa foram encontrados no local e presos.

Ao todo, o cerco a 12 favelas cariocas dominadas por traficantes de drogas conta com 700 PMs. Ao todo, cinco batalhões da Polícia Militar estão envolvidos na ocorrência e carros blindados e helicópteros dão apoio à ação.

Há operações nas comunidades da Coreia, Vila Aliança e Vila Vintém, na Zona Oeste; e nos morros do Chapadão e Juramento, na Zona Norte.

Os policiais também estão nas comunidades Jorge Turco e Faz Quem Quer, no subúrbio, que são áreas do 9º BPM (Rocha Miranda); na Favela do Antares, Zona Oeste; e na Vila dos Pinheiros e Vila do João, no Complexo da Maré, nas áreas do 22º BPM (Bonsucesso). O Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque também dão apoio às operações.

Presos em Antares, onde cinegrafista morreu

Cinco suspeitos já foram presos na Favela de Antares, em Santa Cruz. Também foram apreendidas cinco granadas, 54 tabletes de maconha, uma pistola calibre 9 milímetros, radiotransmissores, material para embalagem de drogas, munição, R$ 209 em espécie e cartões de crédito.

No dia 6 de novembro do ano passado o cinegrafista da TV Bandeirantes Gelson Domingos foi baleado e morto na comunidade durante incursão policial.

No Morro do Chapadão, em Costa Barros, os cerca de 240 policiais foram recebidos a tiros, mas não há informação sobre feridos. Seis suspeitos foram presos. Nove motos roubadas foram recuperadas e grande quantidade de drogas apreendida. 

Polícia encontra casa que pertenceria ao traficante 'FB' no Morro do Chapadão

Policiais do Serviço Reservado (P-2) do 41º BPM (Irajá) localizaram uma casa em construção que pertenceria ao traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, no alto do Morro do Chapadão. O pai dele e uma outra pessoa estavam no local e foram levados à 39ª DP (Pavuna).

Ex-chefe do tráfico na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, FB fugiu da ocupação do local por forças de segurança, no final de 2010, e desde então é procurado pela polícia.

Fonte: Jornal do Brasil

ESTUDO AFIRMA QUE EMISSÕES DE CO2 ATRASARÃO NOVA ERA GLACIAL

As emissões de dióxido de carbono (CO2) causadas pela ação do homem terão o efeito de retardar o início da próxima Era Glacial, segundo afirma um novo estudo.

Impressão artística da fauna na região da atual Espanha durante a última Era Glacial
A última Era Glacial terminou há 11.500 anos, e os cientistas vêm há tempos discutindo quando a próxima começaria.

Os pesquisadores usaram dados da órbita da Terra e outros itens para encontrar o período interglacial mais parecido com o atual.

Em um artigo publicado na revista Nature Geoscience, eles afirmam que a próxima Era Glacial poderia começar em 1.500 anos, mas que isso não acontecerá por causa do alto nível de emissões.

“Nos atuais níveis de CO2, mesmo se as emissões parassem agora teríamos provavelmente uma longa duração interglacial determinada por quaisquer processos de longo prazo que poderiam começar para reduzir o CO2 atmosférico”, afirma o coordenador da pesquisa, Luke Skinner, da Universidade de Cambridge.

O grupo de Skinner, que também inclui cientistas da University College London, da Universidade da Flórida e da Universidade de Bergen, na Noruega, calcula que a concentração atmosférica de CO2 deveria cair para menos de 240 partes por milhão (ppm) para que a glaciação pudesse começar.

O atual nível de CO2 é de cerca de 390 ppm, e outros grupos de pesquisadores já mostraram que mesmo se as emissões parassem instantaneamente, as concentrações se manteriam elevadas por pelo menos mil anos, o suficiente para que o calor armazenado nos oceanos provocasse potencialmente um significativo derretimento do gelo polar e o aumento do nível do mar.

Ciclos de Milankovitch

A causa básica das transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais são as variações sutis na órbita terrestre conhecidas como ciclos de Milankovitch, descritas pelo cientista sérvio Milutin Milankovitch há quase um século.

Essas variações ocorrem em períodos de dezenas de milhares de anos.

A maneira precisa como elas mudam o clima da Terra entre os períodos interglaciais, mais quentes, e as Eras Glaciais a cada 100 mil anos mais ou menos não é conhecida.

Por si só, as variações não são capazes de levar a uma diferença de temperaturas de cerca de 10 graus Celsius entre a Era Glacial e o período interglacial.

As pequenas variações iniciais são amplificadas por vários fatores incluindo o lançamento de dióxido de carbono na atmosfera quando o aquecimento começa e a absorção do gás pelos oceanos quando o gelo se forma novamente.

Também está claro que cada transição é diferente das anteriores, porque a combinação que precisa de fatores orbitais não se repete exatamente – apesar de condições muito semelhantes acontecerem a cada 400 mil anos.

As diferenças de um ciclo para o seguinte seriam a razão de os períodos interglaciais não terem sempre a mesma duração.

Usando análises de dados da órbita terrestre, além de amostras de rochas retiradas do fundo do oceano, a equipe de Skinner identificou um episódio chamado Estágio Marinho Isótopo 19c (ou MIS19c), há 780 mil anos, que mais se parece com o presente.

Segundo eles, a transição para a Era Glacial foi sinalizada por um período quando o esfriamento e o aquecimento se revezaram entre os hemisférios norte e sul, provocados por interrupções na circulação global de correntes oceânicas.

Se a analogia ao MIS19c for correta, essa transição deveria começar em 1.500 anos, segundo os pesquisadores, se as concentrações de CO2 estivessem em níveis “naturais”.

Endosso

As conclusões mais amplas dos pesquisadores foram endossadas por Lawrence Mysak, professor-emérito de ciências atmosféricas e oceânicas na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, que também investigou as transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais.

“A questão-chave é que eles estão olhando para 800 mil anos atrás, o que é duas vezes o ciclo de 400 mil anos, então eles estão olhando para o período correto em termos do que poderia ocorrer sob a ausência de forças antropogênicas”, disse ele à BBC.

Mas ele sugeriu que o nível de 240 ppm de CO2 para provocar a próxima glaciação poderia ser muito baixo. Outros estudos sugeriram que esse nível poderia ser 20 ou até 30 ppm mais alto.

“Mas em todo caso, o problema é como chegamos a 240, 250 ou o que quer que seja? A absorção pelos oceanos leva milhares ou dezenas de milhares de anos, então não acho que seja realista pensar que veremos a próxima glaciação na escala natural”, explicou Mysak.

Oposição

Grupos que se opõem à limitação das emissões de gases do efeito estufa já citam o estudo como uma razão para apoiar a manutenção das emissões humanas de CO2.

O grupo britânico Global Warming Policy Foundation, por exemplo, cita um ensaio de 1999 dos astrônomos Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, que argumentavam: “A volta das condições da Era Glacial deixariam grandes frações das maiores áreas produtoras de alimentos do mundo inoperantes, e levaria inevitavelmente à extinção da maioria da população humana presente”.

“Precisamos buscar um efeito estufa sustentado para manter o presente clima mundial vantajoso. Isso implica a habilidade de injetar efetivamente gases do efeito estufa na atmosfera, o oposto do que os ambientalistas estão erroneamente defendendo”, dizem.

Luke Skinner e sua equipe já antecipavam esse tipo de reação.

“É uma discussão filosófica interessante. Poderíamos estar melhor em um mundo mais quente do que em uma glaciação? Provavelmente sim”, observa ele.

“Mas estaríamos perdendo o ponto central da discussão, porque a direção em que estamos indo não é manter nosso clima quente atual, mas um aquecimento ainda maior, e adicionar CO2 a um clima quente é muito diferente de adicionar a um clima frio”, diz.

“O ritmo de mudança com o CO2 é basicamente sem precedentes, e há enormes consequências se não pudemos lidar com isso”, afirma.

Fonte: BBC Brasil

MINISTRO POLONÊS INTERROMPE ENTREVISTA E TENTA SUICÍDIO

Um promotor militar polonês deu um tiro na cabeça nesta segunda-feira, depois de pôr fim abruptamente a uma coletiva de imprensa na qual ele havia defendido uma investigação militar sobre vazamentos de informações relacionados a um acidente de avião na Rússia que matou o presidente da Polônia há dois anos.

Mikolaj Przybyl interrompeu a entrevista coletiva sobre o acidente aéreo e disparou contra a própria cabeça. Foto: AFP

Mikolaj Przybyl foi levado ao hospital depois que os jornalistas o encontraram deitado no chão de seu escritório em meio a uma poça de sangue, logo após escutarem o som de um tiro.

Ele havia pedido aos jornalistas que saíssem de seu gabinete depois de criticar o vazamento na mídia da investigação sobre o acidente em Smolensk, no oeste da Rússia, em 10 de abril de 2010, no qual morreram o presidente Lech Kaczynski e outras 95 pessoas, a maioria autoridades polonesas.

As imagens do corpo de Przybyl atrás de sua escrivaninha foram exibidas por vários canais de notícias antes que uma ambulância o levasse para o hospital.

O promotor-chefe da Polônia, Andrzej Serement, disse em coletiva de imprensa em Varsóvia que a vida de Przybyl não estava mais em perigo e que ele deve se recuperar. Ele também disse que discordava de algumas declarações feitas por Przybyl na coletiva.

Serement afirmou que promotores militares agiram certo ao exigir os registros telefônicos dos celulares de jornalistas enquanto procuravam a fonte dos vazamentos na investigação de Smolensk, mas que haviam infringido a lei ao buscar o acesso às mensagens de texto.

"Esse caso está sendo acompanhado por tanta emoção, incluindo histeria desnecessária, a meu ver", disse Serement.

O presidente polonês Bronislaw Komorowski disse em comunicado que estava "preocupado" com o incidente e pediu à equipe de segurança nacional que monitore a situação.

A investigação do acidente em Smolensk continua um assunto político delicado no país e em sua relação com a Rússia.

O líder do principal partido da oposição, Jaroslaw Kaczynski - irmão-gêmeo do presidente morto - acusou o governo do primeiro-ministro Donald Tusk de conivência com a Rússia no acobertamento das verdadeiras causas do desastre.

Fonte: Terra

TRÊS MORTOS E 15 SOTERRADOS EM DESLIZAMENTO EM SAPUCAIA, NO RIO DE JANEIRO

Três corpos foram retirados dos escombros de oito casas no distrito de Jamapará, em Sapucaia, no interior do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (9), depois de um grande deslizamento de terras provocado pelas chuvas que assolam o estado do Rio de Janeiro.

As informações são do coordenador de Defesa Civil da Prefeitura de Sapucaia (Centro Fluminense), Marco Antônio Teixeira Franco. Outros 15 teriam ficado soterrados e são procurados por homens do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o secretário de comunicação de Sapucaia, Sérgio Murilo, há grande dificuldade de homens do Corpo de Bombeiros para chegar no local afetado, já que houve queda de barreira nas estradas. 

Segundo informações do coordenador de Defesa Civil Marco Antônio Teixeira Franco, o deslizamento foi provocado pelo fato das construções terem sido realizadas em locais irregulares de Jamabará. Ao todo, 30 casas foram interditadas pela Defesa Civil e cerca de 150 pessoas estão desalojadas.

"A situação em Jamabará é crítica porque as construções foram feitas numa encosta íngreme, entre a estrada e um rio", pontuou o engenheiro. 

Fonte: Jornal do Brasil

CRIAÇÃO DE EMPREGO E AMPLIAÇÃO DA RENDA SÃO AS PRIORIDADES PARA 2012, AFIRMA DILMA ROUSSEFF



A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622.


– O aumento do mínimo é importante porque as famílias vão poder consumir mais e viver melhor. Com isso, vão criar mais demanda para nossa indústria, nosso comércio e o setor de serviços, mantendo o dinamismo e a roda da nossa economia girando para que o Brasil continue a crescer, destacou.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que quase 40 milhões de brasileiros serão diretamente beneficiados pelo reajuste do salário mínimo. Desses, 20 milhões recebem a quantia exata estipulada pelo governo. Há também cerca de 20 milhões de aposentados e pensionistas que recebem o mesmo valor.

– Ou seja, dois em cada três aposentados receberão o reajuste. Para você ter uma ideia, esse aumento vai fazer circular cerca de R$ 47 bilhões na economia por causa do salário mínimo, ressaltou.

A presidenta destacou ainda o reajuste de 4,5% na tabela do Imposto de Renda, que vai proporcionar um desconto maior no contracheque já a partir deste mês. Segundo ela, são 25 milhões de contribuintes pagando menos imposto, além de 800 mil isentos.

Dilma lembrou que as novas regras do Supersimples também entram em vigor em janeiro – para se enquadrar como microempresa, o limite de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, no caso de pequenas empresas, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

– No final do ano passado, também reduzimos o imposto sobre produtos da linha branca, que são geladeiras, fogões, máquinas de lavar, entre outros. Essa redução continua valendo até março, disse. “Nos orgulha muito sermos a sexta maior economia do mundo, mas nosso objetivo é garantir aos brasileiros mais renda e mais emprego.”

Fonte:Correio do Brasil

CORDA DE BUNGEE JUMP SE ROMPE E AUSTRALIANA SOBREVIVE A QUEDA DE MAIS DE 100 METROS


A jovem conseguiu nadar até a margem do rio, com os pés ainda atados. "Foi bastante assustador, porque em várias ocasiões a corda ficou presa nas pedras e tive que mergulhar para liberar a corda"

A australiana Erin Langworthy, de 22 anos, sobreviveu por "milagre" a uma queda de mais de 100 metros no rio Zambeze, no Zimbábue, perto das cataratas Victoria, após um acidente durante um salto de bungee jump.

Poucos segundos depois de saltar, véspera do Ano Novo, de uma altura de 111 metros sobre o rio na fronteira entre Zâmbia e Zimbábue, a corda se rompeu e australiana caiu direto no rio. As imagens mostram a queda rápida de Erin na água, com os pés presos, antes de ser levada pela corrente. "Tudo ficou escuro. Sentia dores em todos os lados", relatou à emissora australiana Channel Nine. "Gradualmente, à medida que era levada pela corrente, a água ficou mais fria, o que me fez recuperar a consciência".

Erin Langworthy, que mora em Perth (oeste da Austrália), havia feito um dia antes um percurso de bote pelo rio e lembrou dos conselhos de segurança do instrutor. "A corrente era violenta e comecei a ouvir o barulho das cataratas. É como estar nas ondas e ser jogado para baixo, não existe nenhuma orientação. Não sabia se subia ou afundava", contou.

A australiana, que teve uma fratura de clavícula e escoriações em todo o corpo, foi levada par a África do Sul para receber atendimento médico.v"Sim, de fato, é um milagre que eu tenha sobrevivido", disse.


Fonte: Estado de Minas